Materiais sustentáveis: Conheça o impacto real no valor do metro quadrado

Diego Rodríguez Velázquez By Diego Rodríguez Velázquez
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Os materiais sustentáveis influenciam diretamente o valor do metro quadrado no longo prazo, afirma Alex Nabuco Dos Santos.

Como menciona o empresário Alex Nabuco dos Santos, a análise sobre materiais sustentáveis e seu impacto real no valor do metro quadrado tornou-se pauta constante nas discussões do setor. A escolha de insumos com menor impacto ambiental deixou de ser apenas uma preocupação ecológica e passou a representar um critério financeiro relevante na precificação de ativos imobiliários.

No cenário projetado para 2026, a valorização de um imóvel está cada vez mais associada à sua pegada de carbono e à eficiência dos materiais empregados na construção. Assim, o valor de venda não reflete somente a localização, mas também a qualidade técnica do empreendimento e seu compromisso com a responsabilidade socioambiental.

A valorização direta por meio de insumos ecoeficientes

Alex Nabuco dos Santos explica que a percepção de valor por parte do consumidor final mudou drasticamente nos últimos anos, migrando do luxo puramente estético para o luxo consciente. O uso de madeiras certificadas, polímeros reciclados de alta resistência e acabamentos isentos de compostos orgânicos voláteis cria um ambiente interno mais saudável e diferenciado. Esses elementos, quando integrados a um design arquitetônico inteligente, justificam um aumento nominal no preço do metro quadrado, pois o comprador entende que está adquirindo um produto com maior longevidade e menor risco de depreciação acelerada.

O desempenho técnico e materiais sustentáveis e impacto real no valor do metro quadrado

A implementação de materiais de baixo impacto ambiental atua diretamente na redução dos custos operacionais, o que eleva a rentabilidade líquida do ativo no longo prazo. Como aponta Alex Nabuco dos Santos, um edifício construído com blocos que oferecem isolamento térmico superior ou concretos de baixa emissão de carbono possui um desempenho energético muito mais eficiente do que as construções tradicionais. Essa eficiência técnica protege o capital do proprietário contra a inflação das tarifas de energia e água, tornando o imóvel um ativo muito mais atrativo tanto para o mercado de locação quanto para a venda direta.

O valor do metro quadrado pode crescer com a adoção estratégica de materiais sustentáveis, conforme analisa Alex Nabuco Dos Santos.
O valor do metro quadrado pode crescer com a adoção estratégica de materiais sustentáveis, conforme analisa Alex Nabuco Dos Santos.

A influência da sustentabilidade na liquidez e no prestígio do ativo

Para o empresário Alex Nabuco dos Santos, a liquidez imobiliária é fortemente impulsionada por selos e certificações que validam o uso de materiais sustentáveis. Os edifícios classificados como “verdes” apresentam uma velocidade de comercialização significativamente maior, atraindo compradores que buscam alinhar seu portfólio de investimentos aos critérios globais de ESG. 

Isso ocorre porque fundos de pensão, investidores institucionais e grandes corporações priorizam ativos que ofereçam segurança jurídica e ambiental, garantindo uma demanda constante mesmo em períodos de volatilidade econômica. A relação entre materiais sustentáveis e impacto real no valor do metro quadrado também envolve o prestígio da marca construtora. 

Empresas que adotam uma postura ética na seleção de seus fornecedores e materiais constroem uma reputação de solidez e confiança perante o mercado. Esse “valor de marca” é transferido para o imóvel, permitindo que as unidades mantenham preços competitivos mesmo após anos de entrega. No cenário atual, o imóvel sustentável é visto como uma reserva de valor resiliente, capaz de atravessar as mudanças nas regulamentações ambientais sem a necessidade de reformas onerosas de atualização tecnológica.

O metro quadrado do futuro é sustentável

A fusão entre economia e ecologia é o que dita o ritmo do mercado imobiliário moderno. O tempo em que a sustentabilidade era vista como um custo adicional acabou; hoje, ela é o motor que impulsiona os lucros e garante a perenidade dos ativos urbanos. A inteligência na escolha dos materiais é o que separa os projetos que se tornam obsoletos daqueles que se tornam referências de valorização e qualidade de vida.

Como resume Alex Nabuco dos Santos, os materiais sustentáveis e impacto real no valor do metro quadrado são os pilares da nova economia da construção civil de 2026. Investir em sustentabilidade é a forma mais eficaz de blindar o patrimônio contra a desvalorização, garantindo que a excelência construtiva se traduza em retornos financeiros superiores e satisfação real do usuário final. Construir com consciência é, portanto, o melhor negócio para quem busca rentabilidade e legado no setor imobiliário global.

Autor: Diego Rodríguez Velázquez

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